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Estude

"Para que o Deus do nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da Glória, vos dê em conhecimento o espiríto da sabedoria e da revelação"

Efésios 1:17

Homens Bomba

O Apóstolo da China

Afinal, O que é Yoga?

A Volta de Jesus Cristo

Oportunidade & Responsabilidade = Excelência

Incredulidade Temerosa

Só o Senhor sonda os corações

Onde estão os “Elias” de Deus?

Jovens do SENHOR

Para aqueles que O amam

Cinco maneiras de afastar seu filho da Igreja

Transei, e Agora!!

O Brasil precisa de pastores de caráter limpo

As implicações espirituais no uso de Piercing's

A Interação da Trindade

O que farei para herdar a Vida Eterna

Somente DEUS é...

Sensacionalismo Toma Conta da Igreja

O Selo de DEUS

Legalizando o aborto

Orgulho é igual a queda

Apaixonando-se pela mulher Frankenstein

Desmascarando o Espírito de Jezabel

Por que os jovens são, além de protegidos por Deus, tão importantes?"

Qual é o Problema em Gostar um Pouco de Pornografia?

Nova Era

A responsabilidade individual de cada Crente

As Transformações e os Benefícios do Jejum

A mente é o campo de batalha

Deixe Deus ser Deus

Faça sexo! Faça sexo! Mas antes, pegue aqui sua camisinha.

Gratidão

Pessoas que experimentaram os "Poderes da Era Vindoura"

Aprendendo com Ana

A Lepra e o Jordão

Eu não Envergonho do Evangelho

Sede imitadores de Deus como filhos amados

Obstáculos à Adoração

Sete Necessidades Básicas da Criança

O nome poderoso

Louvor que Cura

Da vergonha a conquista através da fé

Intercessor na sala do na Trono

Os Três Níveis de Contribuição

A Missão de JESUS como modelo para o exercício da liderança

Vou em busca do meu milagre

Quem são os demônio?

Jesus modelo por excelência!

A santidade é obra da graça

Vivendo na Eternidade

Abrilhantando o culto

Incenso

Impedimentos de Entrar no Santo dos Santos

A preguiça leva à miséria

Pois Eles Mudaram a Verdade de Deus em Mentira

Entendendo o Perdão

A mesa do Senhor

A Visão Espiritual

Guardar o Coração

Como receber a benção da abundancia

Minha noiva...

A guerra espiritual entre dois reino

Jesus Cristo é o Caminho

As três decisões

Porque eu odeio a Obediência

A Besta e o Sistema Mundial x O Reino de Deus

Adoração cerimonial e ritualística x adoração em espírito e em verdade

Comunhão Com Deus

A obra de Deus em nossas vidas

Maledicência

Fé e os Nomes de Deus

O Céu (Uma Mensagem de Esperança Para Estes Tempos Difíceis)

Voltado a Deus

Libertação Financeira

Identidade

Uma mulher de fé

Deus nos livrou da crise econômica para que??

As Chaves do Reino de Deus

Permissividade

Iemanjá= Rainha de todas as águas e mãe de todos os orixás?

A Responsabilidade do Cristão

Vida sem Fogo

Pastores Analgésicos

Uma história com final feliz

Os Pastores

Espírito de Acabe

Família - Um Projeto Celestial(UMA IDEIA DE OUTRO MUNDO)

Submissão – Um Princípio de Deus

Amigo íntimo

Tratamentos Alternativos e Alternativas Perigosas

Tudo tem seu Tempo

O Deus Imutável

Levanta-te

Unção e Criatividade

O Reino e os reinos

Tempo de Seca?

A crença e a falta de intimidade

O diabo vai minando as mentes sutilmente.

O Chamado Levítico

Os propósitos de Deus no sofrimento do homem

Qual o seu preço? Quanto você vale?

Fraude

A verdadeira santidade

Jesus, uma pessoa comprometida.

Deus Revelado nos Seus Servos

Pela fé

Tua palavra é verdade

Trazendo a Arca I e II

O mito do Papai Noel X A realidade de Jesus Cristo

Sobre o Natal

O que a Bíblia diz sobre a árvore de Natal?

Qual é a minha Capa?

Ele e Nós

A Segunda Vinda de Jesus

Presença do Senhor

Ser Missionário

O tempo da espera

Materialismo e Avareza

Amor, sexo, lascívia!

Ai, ai, ai... Não dá! - Murmuração

Fé - O Sexto Sentido

Cientologia - A religião das Estrelas

O que é Dircenir o Corpo de Cristo na Ceia?

Adoração - O Evangelho Eterno

O que dizes de ti mesmo?

Idolatria Gospel - Um show de horrores

Janela 10/40

Coisas Boas Que Deixam As Pessoas Fora Do Céu!

Por suas pisaduras fomos sarados

Páscoa

Pácoa II

Pácoa III

O Papel da Esposa

O Papel do Marido

Convertido ou convencido!

Como Criar Filhos Masculinos e Filhas Feminimas

Alimentando as Ovelhas ou Divertindo os Bodes

Chuva Temporã e Serôdia

Turista de Igreja

Mornos Espirituais

Acomodados, acordem!

A Difícil Missão de Perdoar

O desafio de crer contra toda esperança

O Temor do Senhor

Crentes Que Bebem

Crentes Que Bebem

"Posso te fazer uma celebridade, propôs o diabo a Jesus...

Jesus com vergonha de ser chamado de Jesus

A Depressão do Profeta Elias

A Plenitude do Espírito Santo: Seu direito e Dever

Fugindo do Engano

Amor sem abracadabra

A mão de Deus ou a força do dinheiro??!!

Quem diz a verdade?

A bênção de ser um derrotado

Escapando de Sodoma

Existência

Como fugir do mundo da sensualidade

A Parábola das Dez Virgens

"Happy Halloween!"?

O que você vai fazer no Carnaval?

Adore ao Cordeiro Ressureto

Adoração é sacrifício

Guardados no Caminho

A Seriedade da Falta de Fé

O perfume de Cristo

A humildade precede a santidade

A verdadeira santidade

A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)

Para que sejamos uma geração que marca na hora da conquista, é imprescindível que vivamos a verdadeira santidade. Ninguém, na história da igreja, fez grandes conquistas sem viver a verdadeira santidade.
 
Don Richardson foi um grande missionário do século XX. Numa das suas preleções, ele contou a história da conversão de um povo que vivia na Nova Guiné (um país que fica próximo à Austrália). Esse povo era conhecido como “Dunis”, e viviam, em pleno século XX, como se estivessem na Idade da Pedra. Eles jamais tinham tido qualquer contato com alguma pessoa civilizada, e portanto, nunca tinham tido contato com o evangelho. Uma característica dos “Dunis” que chamou a atenção dos missionários era que 90 a 95 por cento das pessoas daquele povo tinham menos do que cinco dedos nas mãos; alguns tinham apenas dois dedos na mão esquerda e três na direita. Aquilo intrigou os missionários, mas eles não obtiveram uma resposta para aquele fato até que morreu uma pessoa da tribo.
 
O ritual fúnebre praticado pelos Dunis era bastante singular. Os mortos não eram enterrados; eles eram colocados em uma grande mesa feita de pedras e ali eram queimados. Toda a família, desde o mais novo até o mais idoso, saía de diante da mesa de cremação e seguia em direção a uma mesa de madeira. Atrás dessa outra mesa ficava um membro da tribo com uma pedra bastante afiada nas mãos, e ali os membros da família do falecido estendiam uma das mãos, colocavam-na sobre a mesa e tinham uma das falanges do dedo cortada fora. Isso assustou os missionários, mas também os fez entender o porquê das pessoas terem menos de cinco dedos nas mãos: eles descobriram que essa prática se relacionava com a busca de Deus. Aquelas pessoas ansiavam por Deus, e imaginavam que Deus só se encontraria com elas depois de terem sofrido bastante. Por isso, sempre que possível, elas aumentavam seu próprio sofrimento.
 
Quantas pessoas não estão vivendo assim nos dias de hoje, buscando o sofrimento como um meio de se encontrarem com Deus, se esforçando em si mesmas para alcançarem a salvação e a santidade?
 
A santidade é obra da graça (Cl 2.6,7)
 
Paulo diz: Ora, como recebestes Cristo Jesus (…). Isso se deu quando aquelas pessoas ouviram e entenderam a graça de Deus (Cl 1.6), não mediante o esforço delas mesmas ou porque eram virtuosas, cheias de qualidades ou boas em si mesmas. Elas reconheceram que seus esforços, suas virtudes, suas boas obras e seus sofrimentos não acrescentavam nada para sua salvação; por isso, desistiram de tentar fazer alguma coisa e se entregaram completamente a Deus, mesmo vazias, derrotadas e frustradas consigo mesmas, porém confiantes de que se elas não puderam fazer nada para conquistar a salvação, Deus era poderoso para salvá-las. A salvação, portanto, caracteriza-se por um ato de entrega e de confiança no amor e na provisão de Deus. Só recebe a Cristo aquele que se esvazia de si mesmo, entregando-se completamente a Deus.
 
O texto continua, dizendo: Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele (…). Paulo fala aqui sobre dois processos que acontecem na vida do cristão: salvação e santificação. A salvação vem pela graça. E a santificação vem da mesma forma, segundo o texto. Portanto, é a graça de Deus que nos salva e nos santifica.
 
A verdadeira santidade
 
Como se expressa a verdadeira santidade? O apóstolo Paulo responde a essa pergunta de maneira muito didática. Primeiro, ele mostra como não se expressa a verdadeira santidade, e depois faz o oposto:
Cl 1.8: “Cuidado, que ninguém vos venha enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”. Para entendermos melhor o que Paulo está querendo dizer, é importante entendermos o significado da palavra “filosofia”. Aqui, filosofia não diz respeito aos pensamentos que excluem Deus, nem a um curso universitário. Josefo, um historiador do tempo dos apóstolos, disse: “Existem três formas de filosofia entre os judeus: os seguidores da primeira escola são chamados fariseus, os da segunda, saduceus, e os da terceira, essênios”. Assim, “filosofia”, no texto, significa qualquer tipo de conhecimento acumulado sobre Deus ou sobre qualquer outro assunto. Segundo Paulo, a verdadeira santidade não é comprovada pelo conhecimento que uma pessoa consegue acumular. Os fariseus, por exemplo, tinham um vasto conhecimento sobre Deus, mas Jesus os chamou certa vez de filhos do diabo (Jo 8.44). É impossível que algum filho do diabo apresente santidade. O próprio diabo também conhece a Escritura, mas para ele está reservado o fogo do inferno.
 
Paulo faz ainda um segundo alerta:
Cl 2.16: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida ou bebida, ou dia de festa, ou lua nova ou sábados”. O alerta de Paulo é contra o engano promovido pela vida de devoção. Muitas pessoas imaginam-se vivendo a verdadeira santidade pelo fato de expressarem, com muita intensidade, o comportamento religioso. Nos tempos de Paulo, as pessoas imaginavam que a verdadeira santidade era evidenciada se a pessoa fizesse distinção entre alimentos e alimentos, ou se ela prezasse o comparecer a eventos religiosos. Os fariseus agiam dessa maneira, mas Jesus lhes disse: “Ai de vos, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois não entrais nem deixais entrar os que estão entrando! Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno duas vezes mais do que vós” (Mt 23.13,15). Mas ninguém é mais santo porque deixa de comer isso ou de beber aquilo, ou porque participa desse ou daquele evento.
 
Por fim, Paulo faz um último alerta:
Cl 2.18: “Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões”. Aqui, Paulo afirma que as experiências sobrenaturais ou místicas não são um sinal que comprova a verdadeira santidade. As pessoas ali estavam vendo e adorando anjos. Por imaginarem que Deus era inacessível, elas começaram a buscar ajuda e revelação de anjos, as tiveram. Miguel, o líder das hostes angelicais, era largamente adorado na Ásia Menor e a ele eram atribuídas muitas curas miraculosas. Com base nessas visões, muitos imaginavam-se espirituais, andando na verdadeira santidade. A essas pessoas Paulo diz não. Jesus mesmo chegou a afirmar: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos naquele dia hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.21-23).
 
Concluindo, Paulo diz: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria…todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Cl 2.23). Apesar de parecerem sinais da verdadeira santidade, essas referidas práticas e expressões não conseguem refrear os impulsos da carne; antes, muito facilmente os promovem.
 
Os sinais que comprovam a verdadeira santidade Cl 3.1-3: “Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus”. Aqui, Paulo faz uma afirmação condicional. Ele diz que se as pessoas morreram em Cristo e com ele ressuscitaram, então necessariamente uma mudança se operou na vida delas. E essa mudança as leva a viver um novo estilo de vida, a que podemos chamar de santidade.
 
Cl 3.2: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. O primeiro sinal da verdadeira santidade é o anseio pelas coisas celestiais. Aquele que nasceu de novo, que vive em santidade, anseia por Deus mais do que por todas as outras coisas. Contudo, o anseio por Deus é um aspecto subjetivo, que não pode ser medido muito facilmente. Por outro lado, o anseio por Deus leva a pessoa a tomar naturalmente duas atitudes práticas, que facilmente podem ser medidas.
 
Cl 3.5: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria”. A verdadeira santidade, além do anseio por Deus, se expressa por meio da morte do velho homem. Aqui, Paulo enumera cinco vícios da carne, que são destruídos pelo que é santo. O primeiro vício colocado nessa lista é a prostituição, que se refere à toda relação sexual ilegal e ilícita, e portanto envolve o adultério, a fornicação (o sexo antes do casamento), a bestialidade e outras formas de relação sexual que são anti-naturais e anti-bíblicas. Aquele que vive em santidade vai matando progressivamente esse vício em sua vida.
A seguir, o apóstolo Paulo fala da impureza. Aquele que vive em verdadeira santidade se esforça para deixar de lado os maus intentos do coração, os maus pensamentos e as inclinações da carne: a pornografia, os atos libidinosos e a masturbação.
Paulo continua a lista daquilo que o santo faz morrer. Ele faz morrer a paixão lasciva, o desejo maligno e a avareza. Paixão lasciva e desejo maligno têm praticamente o mesmo sentido, e significam todo tipo de desejo que não é voltado para Deus. Assim, aquele que tem os olhos voltados para as coisas materiais está alimentando desejos malignos no coração. Essa busca por admiração pode se dar até mesmo em relação a coisas espirituais. Há pessoas que oram não porque amam a Deus, mas sim porque desejam receber a admiração de outras pessoas, que as chamam de espirituais. O mesmo pode acontecer no tocante à leitura da Bíblia e ao jejum.
O último vício enumerado por Paulo é a avareza. Nesse texto, avareza não se restringe ao amor ao dinheiro; antes, abrange todo tipo de busca do bem pessoal por egoísmo. Portanto, tudo o que a pessoa faz pensando em si mesma e não em Deus é uma forma de egoísmo. Em outras palavras, ela se coloca no lugar de Deus e, portanto, promove a idolatria. Paulo diz que aquele que vive a verdadeira santidade dia após dia mata todos esses vícios. Ele não permanece na passividade, mas sempre busca a força que Jesus lhe pode dar.
 
Por fim, Paulo apresenta outro sinal que comprova a verdadeira santidade.
Cl 3.12: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade”. A verdadeira santidade se expressa por meio do revestimento de Cristo. Aquele que é santo se torna, a cada dia, mais parecido com Jesus. Paulo enumera algumas das expressões da vida de Jesus. Ele diz que a verdadeira santidade se revela na misericórdia, na bondade, na humildade, na mansidão e na longanimidade.
A misericórdia aponta para a compaixão de um ser humano para com outro. Aquele que é misericordioso nunca é acusador e nem crítico; antes, ele se oferece para ajudar e auxiliar aquele que está em situação de miséria. Por isso, ele é também bondoso.
Sem dúvida, a bondade é um reflexo da humildade que existe no coração daquele que é santo. Ele sabe que o seu coração é enganoso, e que ele não é melhor do que qualquer outra pessoa. Antes, ele reconhece que é Deus quem o sustenta; por isso, ele também é uma pessoa mansa.
A mansidão é uma característica na vida daqueles que reconhecem que suas vidas estão inteiramente nas mãos de Deus. Eles sabem que se algo não aconteceu do modo como eles esperavam, eles não devem se desanimar ou murmurar; antes, devem confiar em Deus, que faz todas as coisas de modo perfeito. Naturalmente, a mansidão conduz à longanimidade.
Aquele que é verdadeiramente santo é paciente. Ele sabe que Deus vai fazer as coisas no tempo certo; por isso, ele descansa em Deus.
 
Todas essas expressões existiam na vida de Jesus. Aquele que anda na verdadeira santidade as possui na sua vida, e a cada dia ele se torna mais parecido com Jesus.
 
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